Evangelismo Explosivo – parte 2

Qual deve ser o papel do cristão em relação a essa crescente onda de charlatanismo cristão?

Faço minhas as palavras do apóstolo Paulo quando escreveu ao jovem Timóteo sua primeira carta, no capítulo 6, versículo 11, que diz: “Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas; antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão.”. Paulo estava advertindo Timóteo contra falsos pastores, que desviam o povo do verdadeiro evangelho, em busca do enriquecimento. Assim como ocorreu no século XVI, creio que precisamos de um novo racha nesse estado religioso, rompendo com toda essa podridão. E isso precisa ser feito por autênticos cristãos, que conforme Lutero, possam afirmar: “Que se me convençam mediante testemunho das Escrituras e claros argumentos da razão, porque não acredito nem no Papa nem nos concílios já que está provado amiúde que estão errados, contradizendo-se a si mesmos – pelos textos da Sagrada Escritura que citei, estou submetido a minha consciência e unido à palavra de Deus. Por isto, não posso nem quero retratar-me de nada, porque fazer algo contra a consciência não é seguro nem saudável.”(Dia 16 de Abril de 1521, na Dieta de Worms).

O atual estado religioso, dito evangélico, precisa ser reformado novamente. A igreja simples, que se reúne de casa em casa, partindo o pão, perseverando na Palavra, nas orações, que leva uma vida em comunhão ( com + união) precisa ser resgatada. Os templos hoje viraram lugar de desfile de carros e roupas de luxo, as mensagens açucaradas mais parecem palestras de auto-ajuda. Não se fala mais de morte eterna para os que não se arrependerem de levar uma vida de falsidade, aos quais o Senhor Jesus, no papel de juiz, na hora do acerto de contas dirá: “Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade” (Mt.7.23). Pastores “cobrando” o “trízimo”, em alusão à Trindade, possuem verdadeiras fortunas em fazendas e gados. Ultimamente estão querendo proibir as igrejas de cantarem os “cânticos espirituais” por conta de não pagarem direitos autorais aos compositores gospel. Precisamos fugir dessas coisas, desses falsos pastores, resgatar o verdadeiro evangelho.

 Mas o que dizer dos cristãos que fazem vista grossa para algumas coisas, como por exemplo a falsificação de documentos (Social Security e Driver License)? É o assunto de nosso próximo post.

Até lá!

 

 Presbítero Domingos S. S. Leão

7ª Igreja Presbiteriana de Maceió

Alagoas – Brasil

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Uma palavra pastoral sobre as eleições

Fundador e Diretor do Instituto Jetro, Rodolfo Montosa, proferiu uma Palavra Pastoral sobre Eleições deste ano na 1ª Igreja Presbiteriana Independente de Londrina-PR, onde também é Pastor Titular. Confira abaixo a mensagem na íntegra:

Estamos às vésperas das eleições a presidente, senadores, governadores, deputados federais e estaduais. Nos últimos dias temos acompanhado muitas manifestações que têm o objetivo de denunciar movimentos que se levantam contra a liberdade de expressão da igreja e na direção de legalizar matérias contrárias à ética cristã. De fato, estamos vivendo um tempo que exige muita reflexão em busca de discernimento. Peço sua atenção para três palavras que me vêm ao coração neste momento.

A primeira palavra é de alerta.

Alguns projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional agridem diretamente a igreja. Quero citar alguns exemplos: o PL 1.154/03 pretende proibir a veiculação de programas em que o teor seja considerado preconceito religioso, o que classificaria como crime a pregação contra rituais satânicos, por exemplo. O PL 952/03 pretende classificar como crime atos religiosos que possam ser considerados abusivos à boa fé das pessoas, dando margem a que pastores sejam considerados criminosos por pregarem sobre dízimos e ofertas. O PL 4.270/04 pretende enquadrar como passível de ação civil comentários feitos contra ações praticadas por grupos religiosos, o que proibiria a pregação evangélica que contesta práticas de feitiçaria, por exemplo.

Diversos outros projetos de lei agridem a ética cristã. Somente na tentativa de descriminalizar o aborto existem mais de 30 projetos de lei. Alguns parlamentares defendem a descriminalização do uso de drogas, ou até da regulamentação da prostituição como profissão. Outro exemplo que tem ocupado as manchetes de jornais é o PLC 122/06 que pretende tornar criminosa toda a manifestação contrária à prática do homossexualismo.

Como cristãos amamos os feiticeiros, mas não a feitiçaria; amamos os adúlteros, mas não o adultério; amamos as prostitutas, mas não a prostituição; amamos os homossexuais, mas não o homossexualismo.

Esses são apenas alguns exemplos das inúmeras tentativas de atacar a Igreja, ou atacar assuntos que ferem a ética que pregamos.

Mesmo assim, não devemos nos enxergar como vítimas. Assim como nós, muitos outros segmentos sofrem seus riscos e pressões. Isso é o movimento natural de uma sociedade multifacetada como a brasileira, com valores diversos e variados.

A segunda palavra é de posicionamento.

Por sermos tão diferentes uns dos outros no Brasil, precisamos buscar candidatos que representem nosso pensamento cristão e respeito à Constituição brasileira. É importante sermos representados por pessoas com discernimento e experiência suficientes para ocuparem de fato os cargos pretendidos.

Permita-me fazer uma rápida explicação sobre o comportamento das pessoas. Encontramos na sociedade pelo menos quatro grandes maneiras diferentes de procedimentos nas relações humanas. Algumas pessoas pensam assim: o que é meu é meu e o que é seu é meu (= opressor). Esse é o pior tipo de iniqüidade de onde nasce o ditador e o opressor. Outras pessoas pensam assim: o que é meu é meu e o que é seu é seu (= egoísta). Esse pensamento domina a maior parte da sociedade e dá base ao comportamento individualista e egoísta. O capitalismo tem muito dele. Já outras poucas pessoas pensam assim: o que é seu é meu e o que é meu é seu (= comunista) . Essa é a base do discurso comunista, mas a história demonstrou que nunca funcionou literalmente. Na prática tornou-se um sistema regido por ditadores. O último grupo pensa assim: o que é seu é seu e o que é meu é seu (= cristão). Esse grupo respeita o recurso do outro e coloca à disposição por sua deliberada vontade seus recursos próprios. Aqui está o fundamento da ética cristã, embora pouco vivida pelos cristãos.

Muito bem. Permita-me orientar o seguinte: devemos fugir de todo o candidato que pensa como o tirano:o que é meu é meu e o que é seu é meu. Identifique se seu candidato pensa e age de maneira imposta e autoritária. Não vote neles! Muitos em nome da defesa de um direito próprio, lutam para tirar o direito do outro. Cuidado que, nem todo o candidato que se diz cristão reflete todo o pensamento cristão. Muitos candidatos “lobos” se vestem de “cordeiros” para nos enganar. Você precisa conhecer a história de vida e pensamento de seus candidatos. Pesquise, converse, pergunte e vote.

Lembre-se que o exercício consciente da cidadania não se esgota na participação do processo eleitoral. Precisamos acompanhar os eleitos por meio da intercessão, da exigência de prestação de contas e do devido apoio.

A terceira palavra é de confiança.

Sei que muitas notícias que nos cercam geram profundo desconforto e temor. Mas devemos manter nossos olhos em Deus que é soberano na história da humanidade. Muitos são os textos bíblicos que nos deixam claro que o coração das autoridades está nas mãos dele. É bom notar que todos os Projetos de Lei que tramitam no congresso passam por um natural processo de lentidão. Além disso, temos a Constituição a nosso favor. Isso significa que alguns Projetos de Lei , mesmo que venham à luz, nascerão mortos, pois são inconstitucionais.

Para concluir quero citar o sábio que disse “quando o justo governa, o povo se alegra, mas quando o ímpio governa o povo geme.” (Provérbios 19.2)

Vamos orar para que o Senhor coloque pessoas justas nos atuais cargos governamentais.

Exerça sua cidadania. Vote consciente. Vote certo.

Extraído do site   http://www.institutojetro.com/

I Seminário de Oportunidades de Negócios para Fornecedores das Cadeias Produtivas do Petróleo&Gás, Química&Plástico

Os 9 mais da Viçosa de hoje

“ATENAS DAS ALAGOAS”

Viçosa, município da Zona da Mata Alagoana é conhecida pela sua cultura, onde é conhecida como a ATENAS DAS ALAGOAS, mas na realidade ATENAS É QUE GOSTARIA DE SER A VIÇOSA DAS ALAGOAS.

Muito se fala dos filhos da minha amada Viçosa que com certeza contribuíram não só para o desenvolvimento da nossa Alagoas como também do nosso Brasil. Dentre os inúmeros filhos da Viçosa, gostaria de ressaltar duas personalidades: Théo Brandão (um dos maiores folcloristas do Brasil) e José Aloísio Brandão Vilela (folclorista e escritor).

Mas a Viçosa não vive só do passado, tem filhes ilustres que estão vivos e merecem todos os aplausos e orgulho, iremos citar alguns deles.

1)   Francisco Bahia Loureiro, conhecido como CHICO TAMPA, o maior vaqueiro do Nordeste. O maior incentivador e divulgador da grande festa nordestina que é a Vaquejada. Chico Tampa corria na época em que os Prêmios eram: troféus, medalhas. O homem era uma fera em cima de um cavalo, onde passava para cima do lombo do boi sem fazer muito esforço. Ver o Tampa correr era um prazer para os jovens da sua época. Ele também é um grande poeta, onde faz versos e já lançou um livro de rimas.

2)  Dr Pericles Brandão Vasconcelos, conhecido como Peri Brandão, uns dos prefeitos mais competente e honesto que a nossa Viçosa já teve. Um homem com visão de futuro, onde terminou o mandato e conseguiu sem fazer milagres e sim com muito trabalho e competência, diminuir a dívida do município. Outro fato muito relevante da sua administração  foi a implantação do Programa de Saúde da Família – PSF, pois a nossa Viçosa infelizmente era o único do estado de Alagoas, onde o PSF ainda não tinha sido implantado.

3)  Prof José Luitgard Moura de Figueiredo, conhecido como Prof Luitgard. O maior educador das Alagoas, exerceu os cargos de Secretário Municipal, Secretário Estadual e Ministro de Educação, pelo seu comprometimento e amor pela educação.  Fundou a Faculdade de Maceió – FAMA, referencial na Educação Superior.

4)  Profa Dra Francine Loureiro – Gerente da Faculdade de Medicina da UNCISAL, eleita pelo voto direto dos alunos, professores e funcionários.

5)  Profa Laudirege Fernandes – A 1ª Reitora da Universidade Estadual de Alagoas.

6)  Alfredo Rebelo – Gerente Geral do Maceió Atlantic Suítes – um administrador determinado que representa o divisor de águas na Hotelaria em Alagoas.

7)  Dep Aldo Rebelo – além de Deputado, foi Ministro da Defesa do Presidente Lula, Presidente da Câmara dos Deputados, chegando a ocupar o cargo de Presidente da República por mais de 35 horas. Mesmo tendo o mandato por São Paulo, sempre ajuda a nossa Viçosa e aAlagoas, através de emendas parlamentares.

8)  Marivone Loureiro – símbolo de luta em prol da Democracia.

9)  Dr Pedro Carnaúba – Médico Urologista que sempre atende os seus pacientes com um sorriso e uma palavra amiga. É um médico que recebe e leva até a porta do seu consultório, os seus pacientes. Além de ser um excelente médico é um ser humano digno das mais belas bênçãos de DEUS.

Prof Francisco Bahia

Como a inovação e o empreendedorismo podem mudar a sociedade

Na busca de respostas para a situação atual da economia, é de fundamental importância o papel desempenhado pelas novas tecnologias e pela capacidade de inovação. Três dos principais executivos do setor de tecnologia da Espanha e dois empreendedores importantes do continente africano, extremamente heterogêneo e em franco crescimento, participaram juntamente com Alberto Durán, CEO da Mundivox Communications do Rio de Janeiro e moderador do encontro, do segundo dia do Fórum de Ex-Alunos Globais da Wharton, em Madri, ocasião em que integraram um painel intitulado Tecnologia e inovação: panaceia ou falácia?

Ao preparar o terreno para o debate, Durán disse em um painel e em uma discussão posterior que, embora a tecnologia e a inovação tenham ajudado a forjar a base para o crescimento da sociedade, foi a demografia que “mudou completamente a maneira como vivemos e está criando imensas oportunidades e desafios enormes”. Exemplo disso são os 85 milhões de garrafas plásticas de água descartadas diariamente. “A quantidade de garrafas encontradas no meio do Oceano Pacífico é o dobro do tamanho do estado do Texas, mas ninguém fala disso”, observou. “É preciso vontade política para lidar com questões desse tipo. Hoje podemos criar instrumentos financeiros fantásticos para financiar bens imóveis, telecomunicações e outras indústrias. Por que não há instrumentos para financiar novas tecnologias para o plástico? É preciso que apareça alguém que diga: ‘Olhe, temos de fazer alguma coisa.’ É a vontade política que fará com que isso aconteça.”

Durán chamou a atenção também para os desafios que a economia global terá pela frente nas próximas décadas em virtude do crescimento demográfico. Embora 50% das pessoas vivam hoje nas grandes cidades e 50% no campo, nos próximos 30 a 40 anos 75% delas viverá nas cidades e 25% no campo juntamente com uma população mundial que cresce de maneira exponencial, “não na Europa, mas no resto do mundo, inclusive nos EUA”, disse.

Para María Garaña, presidente da Microsoft Ibérica, o debate atual sobre tecnologia e inovação deveria estar centrado na aplicação prática da tecnologia nas empresas e na forma pela qual essa aplicação contribui para a produtividade e a competitividade. “Não é mais eficiente quem mais investe em tecnologia, e sim quem que a utiliza para aumentar a produtividade”, disse. “Há ocasiões em que basta tirar proveito das ferramentas já existentes. Na verdade, trata-se de fazer uma análise em profundidade das possibilidades disponíveis para incrementar a produtividade. A produtividade é algo que se consegue produzindo mais e reduzindo custos.” E mais: “A tecnologia é fonte de economia para os negócios. É preciso pôr de lado a tecnologia em si mesma, os termos mais técnicos e fazer dos sistemas da informática ferramentas relevantes para as empresas e as pessoas.”

Garaña apontou duas tendências que estão se destacando na evolução da adoção de novas tecnologias nas empresas: “A primeira delas é o que chamamos de cloud computing. Não se trata de uma tecnologia nova, e sim de um novo modo de consumi-la que agrega flexibilidade ao negócio”, disse. A segunda tendência é conhecida como consumerização, que é a possibilidade de realizar as mesmas coisas por meio de dispositivos diferentes a qualquer hora e em qualquer lugar. “Não é fácil. Muitas empresas têm processos já em uso por toda a companhia. A tecnologia no mercado de consumo de massa se desenvolve mais rapidamente do que sua adoção pelas empresas.”

Oportunidade e responsabilidade

Juan Antonio Zufiria, presidente da IBM da Espanha, Portugal, Grécia e Israel, disse que a crise precipitou e antecipou a necessidade de inovações tecnológicas, bem como a aplicação de novas descobertas para mudar o que já existe. “Temos agora de incrementar o nível de eficiência e de sustentabilidade de nossa sociedade”, disse, “temos a oportunidade e a responsabilidade de construir um mundo mais inteligente”. O mundo está “cheio de deficiências. Cem anos atrás, apenas 16 cidades tinham mais de um milhão de habitantes. Atualmente esse número se multiplicou por 20. Contudo, a comunicação no mundo atual melhorou muito e há maior capacidade de análise, o que nos permite prever o futuro e melhorar nossas cidades”, disse.

A própria IBM elaborou um projeto denominado Smarter Cities [Cidades mais inteligentes] por meio do qual procura corrigir as deficiências das cidades europeias por meio da tecnologia. Este ano a empresa destinará 50% dos seus recursos em pesquisa e desenvolvimento (P+D) para o projeto. Na Dinamarca, por exemplo, a empresa está desenvolvendo um sistema por meio do qual os cidadãos poderão ter acesso aos serviços de saúde através da Internet, conforme já se faz atualmente no segmento bancário. Em Estocolmo, os pedágios são reconfigurados automaticamente em função do tráfego, reduzindo em 25% os engarrafamentos com um efeito dominó positivo sobre a diminuição dos gases de efeito estufa. “Em Nova York, o número de crimes caiu 20% graças a um algoritmo matemático que permite prever delitos. A energia, os transportes, a segurança, a saúde, os serviços públicos […] têm deficiências e, portanto, oferecem oportunidades de negócios em vários dos segmentos da sociedade”, disse Zufiria.

Regino Moranchel, CEO da Indra, empresa espanhola de sistemas de informação, concorda com Zufiria e diz que as empresas de tecnologia têm uma “dívida”: a de redefinir a forma pela qual as pessoas compartilham informações, o que permitirá transformar o mundo. Moranchel fez um balanço dos 80 anos de trajetória da multinacional. “Atualmente, é fácil acessar e compartilhar a informação em tempo real. Nossa obrigação é redefinir a maneira como utilizamos e compartilhamos a informação para gerar valor”, disse.

Da mesma forma que Garaña, Moranchel preferiu deixar de lado a discussão técnica para se concentrar no valor que se pode agregar a um negócio. “Não há dúvida de que inovar é fácil quando se conhece o problema, o modo de resolvê-lo e quem pode contribuir com a gestão do processo”, disse. “Cremos em uma inovação centrada no cliente, de forma que possamos compreendê-lo, conhecer suas necessidades e, assim, nos anteciparmos à concorrência”, disse.

O CEO da Indra insistiu, além disso, no valor do bom profissional dentro da empresa, um ativo que considera “crucial”. “Sempre haverá profissionais mais talentosos fora do que dentro da empresa. Por isso, é importante a colaboração e a motivação para tirar o máximo proveito da equipe. Infelizmente, não há regras simples a seguir”, disse. Garaña lembrou que muitas tecnologias novas chegaram às empresas através de seus funcionários, acostumados a utilizar todo tipo de dispositivo no dia-a-dia, acabando por requisitá-los também em seu ambiente de trabalho.

África: novos casos de empreendimento

Participaram também do debate Eric Kacou, diretor geral do Grupo OTF, empresa de estratégia e competitividade com sede em Ruanda, e Eva María, uma das fundadoras e CEO do Nairobi Color Creations Group. Ambos são exemplos desse surto empreendedor que está ocorrendo na África. Ambos expuseram a situação específica de seus países. “São muitos, e cada vez aumentam mais, os casos de sucesso de empreendedores africanos”, disse Muraya.

Kacou atribui à mudança das políticas de apoio econômico do governo de Ruanda o aparecimento de uma nova classe de empresários africanos. “Se há casos de sucesso, isto se deve ao Executivo, que acreditou nos empreendedores. Graças a esse pequeno passo, as exportações cresceram cinco vezes nos últimos dez anos. Não se trata simplesmente de pegar e copiar o que fazem os outros países, e sim de criar coisas novas”, disse. Como exemplo, citou o caso de uma empresa do Quênia, a Safaricom (www.safaricom.co.ke), que realiza transações comerciais por meio do celular. “Agora, a população do Quênia pode carregar o banco no bolso. A transação não tem custos porque é feita pelo celular.”

“Existe no continente africano um bilhão de pessoas, muitas delas bem jovens, porém, ainda assim a taxa de crescimento não é suficiente. É preciso fazer muito mais, porque a tecnologia avança rapidamente”, disse Muraya. A executiva de Nairóbi lembrou a evolução recente do seu país. “Em 2007, foi descoberta uma fraude no sistema manual de contagem de votos nas eleições que, infelizmente, acabou criando disputas internas. Houve mortes e um grave retrocesso para as empresas locais. Graças à implantação de um sistema de votação eletrônica nas próximas eleições, marcadas para 2012, nada parecido voltará a ocorrer”, disse.

Muraya dá sua receita particular para o empreendedor de sucesso. “É preciso capacidade de adaptação, bem como cultivar a paixão e não perder o foco do negócio. O empreendedor deve se assegurar, além disso, de que seu sócio é a pessoa certa, que compartilha de sua visão e de sua energia.” Muraya faz referência ao papel fundamental que tiveram as microfinanças, “muito sensíveis às condições especiais da população situada na base da pirâmide” na África e em outras regiões ou países em desenvolvimento. Ela disse ainda que o modelo de microfinanças beneficiou mais as mulheres do que os homens, já que elas são melhores pagadoras e não se distraem tanto quanto os homens quando se trata de conquistar seu objetivo empresarial.

Zufiria falou também sobre os bons profissionais disponíveis e disse que “com a chegada das tecnologias da informação, cresceu o peso deles. Na África, assim como na China e no Brasil, há muitos talentos. As mãos deixaram de ser importantes e foram substituídas pela capacidade de inovação. Há uma única solução, a tecnologia, mas é preciso ousadia e bons profissionais para que ela possa ser útil”, disse Zufiria. “No momento em que soubermos como oferecer um serviço que seja realmente útil para a sociedade, sairemos do círculo vicioso e criaremos programas capazes de superar todas as barreiras”, disse Kacou. “Precisamos mudar a forma de pensar e abrir a porta a novas ideias. Isso faz a diferença entre um líder e um seguidor”, concluiu Muraya.

“Se retomarmos a essência do significado da palavra inovação, encontraremos a resposta em nossa própria capacidade de empreender”, disse Zufiria. “Se há algo de positivo que se possa tirar dessa crise econômica é a capacidade de refletir e de voltar a discutir os fundamentos das coisas. A inovação não é mais um gasto para muitas empresas, e sim uma alavanca necessária para a produtividade”, disse a presidente da Microsoft da Espanha.

Extraído do site http://www.wharton.universia.net

Alagoas e Pernambuco pedem ajuda

Caro leitor, tenho utilizado esse post para a publicação de textos que possam de alguma forma lhe ajudar a entender um pouco mais sobre variados assuntos. De forma gratificante tenho observado que há leitores não apenas no Brasil mas também em diversos países de todos os continentes.

Ciente dessa extensa rede de leitores, gostaria de aproveitar esse fantástico meio de comunicação para solicitar a sua ajuda. Os estados de Alagoas e Pernambuco foram atingidos por copiosas chuvas que causaram terríveis prejuízos à sua população. São centenas de desabrigados, vários desaparecidos e infelizmente algumas vítimas fatais. Muitos perderam tudo. Ainda há algumas cidades isoladas, sem acesso, com pessoas sendo resgatadas de helicóptero.

Por conta disso, se faz necessário que sejam realizadas doações de roupas, colchões, alimentos não perecíveis a fim de minimizar o sofrimento desse povo valente, que viu grande parte de sua vida carregada pelas águas.

Veja de que maneira você pode ajudar, lembrando que para quem não tem nada pode receber de você tudo. Muitosbrasileiros ajudaram, de forma correta e solidária, nossos irmãos haitianos. A hora é de agora ajudar nossos irmãos desses estados brasileiros.

ALAGOAS AND PERNAMBUCO ASK FOR HELP

Dear reader, I have used this journal for the publication of texts that can somehow help you understand more about different subjects. So rewarding I noticed that there are readers not only in Brazil but also in several countries in all continents.

Aware of this extensive network of readers, I would like to take this fantastic medium to request your help. The states of Alagoas and Pernambuco were hit by copious rains that have caused terrible damage to its population. Hundreds of homeless people, many missing and unfortunately some fatalities. Many lost everything. There are still some isolated towns, without access, with people being rescued by helicopter.

Because of this, it is necessary to be made donations of clothes, mattresses, non-perishable food to minimize the suffering of that brave people, who saw much of his life carried by water.

See how you can help by remembering that for someone who has nothing, You can give them everything. Many Brazilians helped, accurately and solidarity, our Haitian brothers. The time now is to help our brothers of these states.

Somos realmente brasileiros?

Acabo de assistir à primeira partida da seleção brasileira de futebol na copa do mundo de 2010. Sufoco para alguns, decepção para outros, a verdade é que em se tratando de futebol cada brasileiro se julga um treinador. E uma vitória simples, com uma diferença de apenas um gol contra uma equipe sem expressão nos leva ao julgamento de que o treinador é um cabeça-dura. Afinal de contas, se somos penta-campeões não podemos admitir um resultado como esse!

Essa atitude me leva a fazer algumas considerações:

1)    Se somos tão criteriosos no nosso padrão de exigibilidade, por que não adotamos o mesmo procedimento na escolha daqueles que nos representam nas esferas políticas? Por que trocamos nossos votos por promessas de emprego, cestas básicas, camisetas e outras quinquilharias que nada agregarão de valor a tão importante ato de cidadania? Por que ouvimos dos comentaristas das rádios e TVs críticas tão acirradas a um trabalho sério e objetivo da comissão técnica, e não vemos semelhantes atitudes em relação a tantos desmandos em nossa nação?

2)    Nossa exigência exprime-se por conta de nossa cidadania ou pela aplicação da famosa “Lei de Gerson” em que o importante é levar vantagem? Aliás só há dois momentos na vida do povo brasileiro em que nos “orgulhamos” em empenhar nossa bandeira nacional: Copa do Mundo e Independência do Brasil. O nosso sentimento de “sou brasileiro e não desisto nunca” é apenas reativo, em vez de pró-ativo. Recordo-me do período em que residi nos EUA e me encantei com a maneira pela qual o povo americano exerce sua cidadania, o orgulho que têm em exibir a “American Flag” (bandeira americana), na frente das casas, nos carros, nas empresas. Nos jogos, o respeito no momento da execução do hino nacional era algo impressionante. Deveríamos pensar a respeito disso.

Creio que esse momento de “Rumo ao Hexa” deveria servir também para uma profunda reflexão de nosso padrão de comportamento. Como tem sido as nossas atitudes em busca de uma nação mais cidadã, onde os ricos se tornam cada vez mais ricos em detrimento dos mais necessitados, as leis só valem para os poderosos e aquinhoados financeiramente de maneira duvidosa?

Orgulhemo-nos de nosso time canarinho, de nossa bandeira, nosso hino nacional, bem como de nossas atitudes como cidadãos brasileiros.

Hipocrisia Empresarial

Na verdade um excelente atendimento é feito em primeiríssimo lugar pelo treinamento, reconhecimento e delegação de poder às pessoas. São elas que fazem a diferença. Atitudes de pessoas que falam coisas do tipo: “Aqui é sempre assim”, “não posso fazer nada” ou “são normas da casa, senhor!”  fazem qualquer boa estrutura tecnológica passar despercebida no processo do bem estar do consumidor.

Infelizmente os exemplos são inúmeros: desde uma ligação gravada e cínica que diz durante minutos: “Por favor não desligue, sua ligação é muito importante para nós!” ou ainda frases como “honestidade e respeito” quando as filas são quilométricas e a desinformação é generalizada.

Tudo isso soa como alguém tirando sarro das suas pernas que doem pela demora, do tempo que você perdeu na fila errada por desinformação e da alta tarifa que você pagou para ser atendido. Afinal, se você fosse mesmo importante lhe atenderiam rápido e você não teria que clicar repetidos botões até chegar ao atendimento pessoal.

Vi um cartaz numa grande instituição pública brasileira em que os dizeres eram: “70 anos de respeito ao consumidor!” Há há há, a foto mostrava centenas de pessoas empilhadas em cadeiras com senhas inesgotáveis esperando pelo atendimento. Às vezes penso que até os bois são mais bem tratados por frigoríficos do que as pessoas são tratadas por algumas organizações.

Mas faz parte da hipocrisia, faz parte do show. Aliás, a palavra hipócrita tem origem na palavra grega Hypokrites que significa “ator”. Fazer de conta que se importa, fazer de conta que a pessoa é mais importante que sua carteira, fazer de conta que escutam e se importam.

Mas, citando Martin Luther King “O que me assusta não é a maldade dos maus, mas a omissão dos justos”. O que assusta são pessoas que não reclamam, que não agem, que não se importam pois afinal é só um dia. Ou ainda pior: pessoas que diante de um atendimento desses não mudam de fornecedor, não gritam, não contestam.

O contrário da hipocrisia é a busca pela verdade e a realidade. É a capacidade de se questionar de uma maneira racional e educada o porquê das coisas serem tão ruins.

Mas de que adianta, diriam alguns, tudo continua igual. Sim é possível que tudo continue da mesma forma, mas nós estaremos ficando diferentes, estaremos virando consumidores com censo crítico!

Daniel Godri Junior é consultor e palestrante nas áreas de marketing, motivação, liderança e vendas.

Extraído, com permissão, do site http://www.danielgodri.com.br

Gestão Empresarial – por Max Gehringer

Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou. Quando voltou a abrir os olhos, viu-se diante de um imenso portal. Ainda meio zonza, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas.
Todas vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que estava acontecendo, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes: – Enfermeiro, eu preciso voltar urgente para o meu escritório, porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por engano, porque meu convênio médico é classe A, e isto aqui está me parecendo mais um pronto-socorro. Onde é que nós estamos?

– No céu. – No céu?…
– É. Tipo assim, o céu. Aquele com querubins voando e coisas do gênero.
– Certamente. Aqui todos vivemos em estado de gozo permanente.
Apesar das óbvias evidências (nenhuma poluição, todo mundo sorrindo, ninguém usando telefone celular), a executiva bem-sucedida custou um pouco a admitir que havia mesmo apitado na curva.
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana ela iria receber o bônus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de administração da empresa. E foi aí que o interlocutor sugeriu: – Talvez seja melhor você conversar com Pedro, o síndico.
– É? E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
– Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
– Assim? (…)
– Pois não?

A executiva bem-sucedida quase desaba da nuvem. À sua frente, imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro. Mas, a executiva havia feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu rapidinho: – Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e…

– Executiva… Que palavra estranha. De que século você veio?
– Do 21. O distinto vai me dizer que não conhece o termo “executivo”?
– Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.
– Sabe, meu caro Pedro. Se você me permite, eu gostaria de lhe fazer uma proposta. Basta olhar para esse povo todo aí, só batendo papo e andando a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um up-grade na produtividade sistêmica.
– É mesmo?
– Pode acreditar, porque tenho PHD em reengenharia. Por exemplo, não vejo ninguém usando crachá. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e quem faz o quê?
– Ah, não sabemos.
– Headcount, então, não deve constar em nenhum versículo, correto?
– Hã?
– Entendeu o meu ponto? Sem controle, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o tempo isto aqui vai acabar virando uma anarquia. Mas nós dois podemos consertar tudo isso rapidinho implementando um simples programa de targets individuais e avaliação de performance.
– Que interessante…
– Depois, mais no médio prazo, assim que os fundamentos estiverem sólidos e o pessoal começar a reclamar da pressão e a ficar estressado, a gente acalma a galera bolando um sistema de stock option, com uma campanha motivacional impactante, tipo: “O melhor céu da América Latina”.
– Fantástico!
– É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização de um organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis psicológicos não consigam resolver.
– Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Acionista… Ele existe, certo?
– Sobre todas as coisas.
– Ótimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, me parece extremamente atrativo.
– Incrível!
– É óbvio que, para conseguir tudo isso, nós dois teremos que nomear um board de altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias de praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho certeza de que você vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar em um turnaround radical.
– Impressionante!
– Isso significa que podemos partir para a implementação?
– Não. Significa que você terá um futuro brilhante… Se for trabalhar com o nosso concorrente.
Porque você acaba de descrever, exatamente, como funciona o Inferno…

MAX GEHRINGER – Administrador de empresas e escritor, autor de diversos livros sobre carreiras e gestão empresarial.

Etiqueta Profissional

Para falar de Etiqueta vale a pena trazer seu significado nas palavras de Aurélio Buarque. ETIQUETA é uma forma cerimoniosa do trato social.

Para o profissional do século 21, a etiqueta profissional se faz necessária para conquistar mais espaço num mundo de tanta competitividade.

São tantas as informações, são tantas as transformações que ocorrem em nossos dias que certamente quem se descuidar não terá mais tempo para qualquer recuperação. O mundo atual é muito dinâmico e quem pára de aprender não acompanha o desenvolvimento que a vida moderna oferece para uma renovação. Nem sempre se tem uma segunda oportunidade para causarmos uma primeira impressão. Por isso o artigo aborda temas que tem como objetivo contribuir para o bom desempenho no campo da etiqueta profissional.

O primeiro a tratar, num momento muito importante na vida profissional, é a entrevista para seleção de emprego.

Algumas Recomendações importantes:

  • verificar com antecedência o endereço do local onde irá ocorrer a seleção para evitar atrasos, pois poderá perder a oportunidade e isso não será tolerado. A pontualidade é um pré-requisito bastante analisado e conta pontos;
  • as roupas para esse processo devem estar de acordo com o cargo pretendido e a combinação das cores também se faz necessária. Para os homens, recomenda-se tom sobre tom, não se recomenda sapatos pretos com meias brancas. A gravata deve ficar a altura da fivela do cinturão. Para as mulheres, bolsas pequenas, unhas, cabelos, maquiagem, acessórios discretos, pois o que deve chamar a atenção é a sua desenvoltura durante todo o processo;
  • a comunicação tem que ser a mais direta e lógica possível. Cumprimentar as pessoas desde a entrada do prédio até o profissional que conduzirá a seleção. Usar o pronome de tratamento Senhor e Senhora, independentemente do cargo;
  • celular é um equipamento que ajuda e muito um profissional, mas na hora da entrevista, deverá permanecer desligado, pois evitará distração e incômodos;
  • respeitar a ordem de chegada, seja no elevador, nas escadas, entrega dos currículos. Caso tenha alguma dúvida qual a sua posição, poderá perguntar, mas sem fazer alarde;
  • experiências vivenciadas em outras empresas, poderão ser contadas, mas com os devidos cuidados, para não passar informações sigilosas. Falar mal do antigo emprego NUNCA;

Na hora da entrevista, o profissional que está conduzindo o processo é quem passará todas as informações sobre o cargo, salário, horários.

Sugestões de Livros:

ARRUDA, Fábio. Chique & Útil: Como organizar e como freqüentar eventos, São Paulo: Arx, 2006.

BORDIN FILHO, Sady. Marketing Pessoal 100 dicas para valorizar sua imagem. 5ª ed – Rio de Janeiro: Record, 2002.

CESCA, Cleuza G. Gimenez. Organização de Eventos: Manual para planejamento e Execução. São Paulo: Sumus, 1997.

ELTZ, Fábio Leandro Foletlo. Qualidade na comunicação: ferramenta para encantamento do cliente: Salvador – BA – Casa da Qualidade, 1994.

MEIRELES, Gilda Fleury. Tudo sobre eventos. São Paulo: STS, 1999.

POLITO, Reinaldo: Como falar corretamente e sem inibições – 74 ed – São Paulo: Saraiva, 1999

Autor: Francisco Bahia – Especialista em gerenciamento de micro e pequenas empresas, professor de oratória e cerimonial, consultor credenciado Sebrae.

Email para contatos: proffranciscobahia@hotmail.com